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Adicionar dispositivo

Para que serve

Esta tela integra um equipamento ao Sentinela e liga, em um único cadastro, tudo que você quer monitorar nele: Flow (tráfego), SNMP (saúde), SSH, CGNAT, ICMP (sites) e BGP. Cada bloco de monitoramento tem um interruptor Habilitar — ao marcar, os campos daquele bloco aparecem. A mesma tela é usada para editar um dispositivo já existente.

Botões de teste: quase todo bloco tem um botão de teste (Ping, Testar SNMP, Testar Flow, Testar SSH, Testar sessão BGP) que valida a conexão na hora, sem precisar salvar. Quando o teste falha, o Sentinela costuma gerar o comando pronto para você colar no equipamento (Mikrotik/Huawei).

Identificação

Saúde (SNMP)

Coleta de estado por SNMP (CPU, tráfego por interface, status). Campos:

⚡ Testar SNMP: consulta o equipamento; se conseguir, mostra o fabricante e o sysDescr. Se falhar, o Sentinela exibe o comando pronto para habilitar o SNMP no equipamento (com o IP do Sentinela já liberado no ACL) e um botão 📋 Copiar.

🔍 Descobrir IP de origem: aparece quando o teste dá timeout, o fabricante é Mikrotik e há usuário SSH preenchido. Ele usa o SSH para criar uma regra de log temporária, sondar e descobrir por qual IP de origem (NAT) o equipamento vê o Sentinela — útil quando há NAT no caminho — e já inclui esse IP no comando de liberação.

📊 Template de monitoramento: pré-seleciona um conjunto de sensores. Depois de salvar, os sensores são escolhidos em Monitoramento → Dispositivos SNMP → Sensores.

Tráfego (Flow)

Recepção de NetFlow/IPFIX/sFlow exportado pelo equipamento.

⚡ Testar Flow: verifica se há fluxos chegando (conta os últimos 5 minutos). Se estiver chegando de um IP diferente do informado, oferece o botão Usar IP detectado. Se não chegar nada, gera o comando de export pronto para o fabricante.

Configurações SSH

Acesso SSH ao equipamento, usado por recursos como a descoberta de NAT do SNMP e a importação de regras de CGNAT.

Log de CGNAT

Indica que o roteador exportará logs de CGNAT para o Sentinela resolver IP público ↔ assinante. Escolha a estratégia do equipamento:

ICMP / QoS (Sites)

Monitora o alvo por ping, medindo latência, perda de pacotes e jitter, além de acompanhar a rota (traceroute). Ideal para sites/destinos sem SNMP. Usa o IP ou domínio preenchido na Identificação como alvo — não precisa de mais nada.

🔀 Roteamento BGP

Estabelece peering BGP com o roteador para receber a tabela de rotas (alimenta o Looking Glass) e anunciar regras FlowSpec de mitigação de ataques.

🔀 Testar sessão BGP: checa se a porta TCP 179 do roteador está acessível e o estado da sessão. Se necessário, gera o comando de peering pronto para Huawei (VRP) e Mikrotik (RouterOS v7). O vizinho configurado no roteador deve ser o IP do Sentinela (mostrado na tela); libere a TCP 179 no firewall/ACL. Para o peering subir, seu AS local precisa estar definido em Licença → Proprietário.

⚠️ Aviso: BGP e FlowSpec afetam o tráfego real da sua rede. Anúncios FlowSpec/RTBH podem descartar ou redirecionar tráfego de produção. Configure o peering com route-policy que só recebe rotas (não anuncia) até ter certeza, e revise os limites antes de habilitar a mitigação automática.

Salvar

Ao final, clique em Salvar dispositivo (ou Salvar alterações na edição). Cancelar volta para a lista sem gravar. Só os blocos com Habilitar marcado passam a ser monitorados.